para windows · em português · com a sua chave de IA
Uma IA que lembra de você e mostra de onde lembrou.
A Aurora guarda o que importa em notas — arquivos de texto, numa pasta do seu computador. A cada resposta, mostra quais notas usou e por quais ligações chegou nelas. E antes de gravar ou mudar qualquer coisa, pergunta a você.
Sem cartão. No máximo um e-mail por mês até o beta. Saia quando quiser.
Toda IA diz que lembra de você. Quase nenhuma mostra o quê.
A memória de um assistente costuma ser uma caixa fechada: lembra errado, lembra o que você nunca disse, esquece o que importava — e você não tem onde conferir. A Aurora faz o contrário. A memória é sua, em arquivos que você abre, e cada resposta chega com a origem.
Como funciona
-
Você conversa com a IA que já usa.
Qwen, Claude, ChatGPT, Gemini ou DeepSeek, com a sua chave — ou um modelo no seu próprio computador. A cobrança é do provedor, direto na sua conta, e o app mostra quanto cada resposta gastou.
-
Ela guarda o que importa em notas que você abre.
Arquivos Markdown numa pasta sua. Você lê, corrige e apaga como qualquer arquivo. Nada fica preso dentro do app, e o mapa da Mente mostra como uma nota se liga à outra.
-
Antes de agir, ela pergunta.
Para gravar uma nota, escrever um arquivo ou rodar um comando, ela mostra o que vai fazer e espera o seu clique. Fora da pasta que você liberou, nada acontece sem aprovação.
Você vê o trabalho enquanto ele acontece
Quando ela lê uma nota, a nota acende. Quando escreve um arquivo, uma lente abre sobre o mapa com o código chegando, linha a linha. À esquerda, a lista do que ela consultou para te responder — e do que ficou de fora.
O que já foi medido — e o que não foi
Número sem procedência não entra aqui. Os dados vêm do repositório do projeto, conferidos em 13/10/2026.
medido
-
0,718 contra 0,705
Acerto no LongMemEval (78 questões de atualização de conhecimento), a Aurora contra despejar o histórico inteiro no modelo. Em acerto é empate — a margem de ruído é de ±0,03. A diferença está no custo: 15,2 mil tokens de entrada contra 109,8 mil, cerca de 7 vezes menos.
-
57 s
Da primeira abertura à tela de colar a chave, num perfil limpo, sem nada do autor dentro e sem ajuda (10/10/2026).
-
≈ 4.300
Testes automatizados no núcleo, no app de desktop e nos apps em desenvolvimento, rodados a cada mudança.
-
700+ mudanças · 203 decisões
Registradas desde 17/07/2026, cada decisão escrita com o motivo. É o diário de bordo do projeto.
ainda não
- Ainda não foi usada por gente de fora. O teste com quem nunca a viu é o próximo passo.
- Não tem instalador público nem preço.
- Não passou por auditoria externa de segurança.
- Às vezes não acha a nota certa quando você pergunta com outras palavras.
- Quando ela discorda de você, a aposta fica registrada para ser julgada depois. Hoje são 4 abertas e nenhuma julgada — então ela ainda não aprendeu nada com isso.
O que ela não negocia
- Honestidade antes de conforto.
- Discorda quando é o caso, e diz por quê.
- Evidência antes de suposição.
- Se não sabe algo sobre você, diz que não sabe — em vez de preencher o buraco com um palpite bem escrito.
- Você mais autônomo, não mais dependente.
- O sucesso dela se mede fora da tela: a meta andando, o projeto entregue. Tempo de conversa é custo, não objetivo.
- Raciocínio à mostra.
- Sabe dizer de onde veio cada crença sobre você e com que confiança.
- O mapa não é você.
- Notas e ligações são um mapa útil, não o território. Ela vigia esse erro em si mesma.
Seus dados
- Suas notas ficam no seu computador, numa pasta que você escolhe. Não precisa criar conta.
- O que você pergunta vai para o provedor de IA que você escolheu, com a sua chave. A Aurora não tem servidor no meio da conversa. Quando a política de um provedor usa as suas mensagens, o app avisa antes de você escolher.
- Se preferir que nada saia da máquina, dá para usar um modelo no seu próprio computador.
Quem constrói
Lucas Leite Gonzales, no Brasil. A Aurora é construída em público: cada mudança e cada decisão ficam registradas, com o motivo — inclusive o que deu errado. Claude, da Anthropic, é um dos provedores que ela usa e a ferramenta com que ela é construída.
Entre na lista de espera
Quem entra é avisado quando abrir o primeiro grupo de testes, e ajuda a decidir o que vem primeiro. Ainda sem preço e sem data.
Perguntas
Quanto custa?
Ainda não tem preço. Hoje, o único custo é o do provedor de IA, cobrado direto na sua conta — e o app mostra quanto cada resposta gastou. Quem entra na lista ajuda a definir.
Funciona no Mac, no Linux ou no celular?
Por enquanto, só no Windows. Um app de celular está em desenvolvimento e ainda não está pronto para quem é de fora.
Preciso saber programar?
Não. Você escolhe a IA, cola a chave e conversa. Para ela criar arquivos ou rodar comandos, você libera uma pasta — e continua aprovando o que acontece fora dela.
Onde ficam os meus dados?
As notas, no seu computador. A conversa vai para o provedor de IA que você escolheu. Os detalhes estão em Seus dados, e o que acontece com o e-mail da lista, na política de privacidade.
Quando abre?
Sem data. A lista avisa quando abrir o primeiro grupo — no máximo um e-mail por mês até lá.
Por que “construída em público”?
Porque a melhor prova é o processo: as medições, os erros e as decisões ficam registrados, inclusive o que ainda não funciona. Esta página diz o que é verdade hoje, e muda quando isso mudar.